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O Soprador de Brasas

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O MEDO MANIFESTO EM TRÊS ACTOS

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MANIFESTO SOBRE O MEDO EM TRÊS ACTOS

Uma analise filosofica, psicofisica e neurolinguistica, onde se cruzam saberes que se complementam para explicar o MEDO DA DEMOCRACIA.

" O MEDO, A FORMA DE DOMINIO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA"

O MEDO DE MIM

O MEDO DE TER MEDO

O MEDO DA DEMOCRACIA

O Medo, é uma emoção, um quimico gerado fruto de uma avaliação da possibilidade uma ameaça à nossa integridade fisica, ou psiquica, ou social, e que circula no sangue e as celulas ao identificar esse quimico enviam uma mensagem ao cerebro dizendo que estão a perceber, que é medo, o corpo sente essa interpretação neural e foge, ataca, ou paraliza, e habitua-se e de tantas vezes sentir, passamos a ser o MEDO.

O Medo em Portugal, já é genetico, o MEDO É CADA UM DE NÓS, o MEDO de ver a imagem social afectada, de ser excluido do rebanho, todos o temos de forma inconsciente e por ser inconsciente nem consciência temos de que vivemos em medo....transmite-se de pais para filhos e os comportamentos de medo copiam-se..até ao ponto de nem querermos ver os sinais da imoralidade do Pais, tão visiveis, mas temos medo.........."não é verdade, não pode ser verdade que nos estão a enganar de forma organizada",

O medo está em todas as nossas celulas, e foi a democracia que tanto prezam que o pensou, que o foi criando, aprerfeiçoando, injectando em todos nós, e os que dizem balelas, eu não tenho medo da democracia, tem medo de admitir que é melhor serem da cor de todos, da cor da democracia do que vir a ter dissabores.

Eu por exemplo, não voto, nem ponho lá os pés, enão tenho medo de o dizer e de dizer que é inutil ir votar e a A DEMOCRACIA DIZ-ME:

"que deveria faze-lo pelo menos votar em branco, porque todos temos de participar e quem não vai demite-se da sua possibilidade de mudar as coisas e que é uma imoralidade não o fazer"

Ora aqui faço usando o metamodelo uma tecnica de neurolinguista que é a inversão, o oposto desta frase e que tambem é verdade, vejamos:

" que não deveria votar, porque não temos de participar e quem vai votar contribui para que nada mude e que é moral estar de acordo com a minha consciência, pois nada vai mudar, quer vote quer nao vote",

Onde esta a verdade e a razão? ambos os pensamentos sao possiveis, ambos são crenças e são volateis e podem mudar a qualquer momento, o primeiro é a norma social que me pode penalizar por não votar e o segundo é a minha consciência, a minha moral e é com ela que vivo, nao com a moral imoral da democracia.

Vou escrever um Manifesto sobre o MEDO que existe em Portugal, o MEDO QUE A DEMOCRACIA organizou para todos e nos deu de bandeja.

Mesmo depois do 25 Abril, continuamos a ter medo de aparecer, medo de dizer, medo de fazer má figura e sermos excluidos ou apontados ou chamados de loucos por não estar de acordo com a norma subjectiva de poder sobre o que se pode ou não dizer publicamente, o medo de ser, o medo de ter medo do medo, o medo de aparecer e se tornar muito notado, o medo de mudar e fazer ondas, o medo de dizer que tem medo de ser Português.

Como tenho medo que apaguem as minhas publicações aqui como já fizeram, com o lapis azul da censura, o lápis do medo de quem não tem medo e mesmo com medo, irei publicar atraves do meu BLOG, O SOPRADOR DE BRASAS

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